quarta-feira, 21 de setembro de 2011
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
...
Queria escrever
Sem me despir
Queria voltar a ser aquilo que não fui
Entendendo assim
Porque a vida é dura
E o coração as vezes parece que não bate.
Queria, na medida do impossível
Me descobrir.
Queria, na medida do impossível
Expulsar o que há em mim.
ÃO
Ah...Ah...Verão!!!
Verão é sorvetão
Piscinão
música pra dançar no salão.
Ah...Ah...Verão!!!
É festão
cervejão,
pouca roupa, bermudão
mostrar pelancão.
Verão?
É ser feliz mesmo no interiorzão
É ter um baita vidão!!!
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Clock
O Tempo
É um velho carrancudo,
Que bate seu pé,
No compasso dos segundos.
O rabugento Tempo
Têm o olhar fixo.
Oprimindo àqueles
Que o observa passar.
Seu peito infla
E seu coração dispara
Quando percebe alguém
Que se rende à ele.
Sua boca cerrada,
Oprimi os lábios
Que ficam desgostosos
Ao ver pessoas se deleitar à vida.
O Sr. Tempo sorri malicioso
Para quem não lhe respeita,
Mal sabem estes que,
Suas vidas,
Pertencem ao Tempo.
Somos seus reféns...
E a prova disso,
É que: não há nada pior
Do que o Tempo Perdido.
Queremos sempre...
Mais areia na ampulheta.
É um velho carrancudo,
Que bate seu pé,
No compasso dos segundos.
O rabugento Tempo
Têm o olhar fixo.
Oprimindo àqueles
Que o observa passar.
Seu peito infla
E seu coração dispara
Quando percebe alguém
Que se rende à ele.
Sua boca cerrada,
Oprimi os lábios
Que ficam desgostosos
Ao ver pessoas se deleitar à vida.
O Sr. Tempo sorri malicioso
Para quem não lhe respeita,
Mal sabem estes que,
Suas vidas,
Pertencem ao Tempo.
Somos seus reféns...
E a prova disso,
É que: não há nada pior
Do que o Tempo Perdido.
Queremos sempre...
Mais areia na ampulheta.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Felicidade
Pena não ser burro....não sofreria tanto!!!
Essa é uma frase que adotei há alguns anos, e não canso de pensar nela.
Sobretudo quando me deparo com mazelas da atitude humana.
O ser humano é tão frágil e tão idiota na maioria das vezes... temos de andar em gaiolas com 4 pneus e farol, porque nossa visão é curta, nossa velocidade é menor ainda e nossa vida acaba se cairmos de mal jeito de uma cadeira. Então nos protegemos... nessa gaiolas ai....mais conhecidas como carro.
Mas dai vem um maluco e me diz: Vanessa! Tu tá viajando na maionese o ser humano é foda.... olha quanta coisa o ser humano criou!!!!!
Verdade...criou tanta coisa...
Nenhuma criação superou o criador... nenhuma criação conseguiu ser pior (aos meus olhos) do que o próprio ser humano.
Criou doenças, alimentos congelados, aviões, internet, roupas para bebês, edifícios e tanta....tantas coisas...
Mas pra quê???
Para ficarmos vivendo em sociedade, vendo mães perderem seus filhos no vício do crack...mulheres engravidando sem saber quem é o pai da criança...políticos mentindo e roubando???
Pena não ser burro...não sofreria tanto!!!
Esse papo continua...outro dia....
Estou no final do trimestre...meus alunos pedem a minha dedicação!!!! Consequentemente, há menos tempo para o lazer...e para devanear!!!!
Essa é uma frase que adotei há alguns anos, e não canso de pensar nela.
Sobretudo quando me deparo com mazelas da atitude humana.
O ser humano é tão frágil e tão idiota na maioria das vezes... temos de andar em gaiolas com 4 pneus e farol, porque nossa visão é curta, nossa velocidade é menor ainda e nossa vida acaba se cairmos de mal jeito de uma cadeira. Então nos protegemos... nessa gaiolas ai....mais conhecidas como carro.
Mas dai vem um maluco e me diz: Vanessa! Tu tá viajando na maionese o ser humano é foda.... olha quanta coisa o ser humano criou!!!!!
Verdade...criou tanta coisa...
Nenhuma criação superou o criador... nenhuma criação conseguiu ser pior (aos meus olhos) do que o próprio ser humano.
Criou doenças, alimentos congelados, aviões, internet, roupas para bebês, edifícios e tanta....tantas coisas...
Mas pra quê???
Para ficarmos vivendo em sociedade, vendo mães perderem seus filhos no vício do crack...mulheres engravidando sem saber quem é o pai da criança...políticos mentindo e roubando???
Pena não ser burro...não sofreria tanto!!!
Esse papo continua...outro dia....
Estou no final do trimestre...meus alunos pedem a minha dedicação!!!! Consequentemente, há menos tempo para o lazer...e para devanear!!!!
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Viver...
Se eu fosse fazer tudo o que me recomendam eu ficaria louca, além do que, faltariam horas nos meus dias... 24 não daria conta de tudo. Uma boa noite de sono precisa de 8 horas. E não estou contando aqui aquele tempo necessário para nossa vida sexual, somente o tempo de sono.
Comer as 6 refeições diárias necessárias para uma saúde impecável e uma dieta adequada teria um total de 2 hora e meia, pense que precisamos de um tempo para elaborar essas refeições e normalmente leva mais tempo preparando a comida do que a ingerindo.
Para consumir os 3 litros de água diários utilizariamos, sem perceber, uns 30 minutos, sem contar as diversas idas ao banheiro e as inumeras frações de tempo que nos desconcentraríamos de nossas tarefas para "lembrar" que temos de tomar água..já pensou?
Para praticar os exercícios físicos vamos calcular uma média de 1 hora diária, pensando em todo o tempo que envolve a atividade, incluindo o aquecimento, o exercício própriamente dito e o alongamento final.
Exercitar nossa mente também é recomendado, para isso poderíamos ler bons livros todos os dias, levariamos em torno de 15 minutos, já pensou? Que delícia? Poder sentar e ler durante longos 15 minutos todos os dias... sem se preocupar se a louça está limpa, se as contas estão pagas, ou se o teu chefe está pensando em te demitir.
Vamos acrescentar agora o tempo que, querendo ou não, cumprimos a risca. Trabalhar. Sim, este a gente não precisa ficar medindo, vamos pensar o que é tempo de trabalho diário para a maioria da população... 8 horas... Oito longas e árduas horas de muito desgaste e dedicação.
Tá beleza... Assim é barbada!!!
E nossa casa se auto higieniza e nosso corpo então, nem se fala!!!
Não ficamos cansados, nem com preguiça...
Não precisamos nos divertir nem ficar sem fazer nada...
Mas o pior está por vir....
Paramos para pensar se sobra algum tempinho dentro das 24 horas....e sim, para alguns, talvez sobre um pouco... mas é sobra.
O que é viver afinal??? É sobreviver?
Comer as 6 refeições diárias necessárias para uma saúde impecável e uma dieta adequada teria um total de 2 hora e meia, pense que precisamos de um tempo para elaborar essas refeições e normalmente leva mais tempo preparando a comida do que a ingerindo.
Para consumir os 3 litros de água diários utilizariamos, sem perceber, uns 30 minutos, sem contar as diversas idas ao banheiro e as inumeras frações de tempo que nos desconcentraríamos de nossas tarefas para "lembrar" que temos de tomar água..já pensou?
Para praticar os exercícios físicos vamos calcular uma média de 1 hora diária, pensando em todo o tempo que envolve a atividade, incluindo o aquecimento, o exercício própriamente dito e o alongamento final.
Exercitar nossa mente também é recomendado, para isso poderíamos ler bons livros todos os dias, levariamos em torno de 15 minutos, já pensou? Que delícia? Poder sentar e ler durante longos 15 minutos todos os dias... sem se preocupar se a louça está limpa, se as contas estão pagas, ou se o teu chefe está pensando em te demitir.
Vamos acrescentar agora o tempo que, querendo ou não, cumprimos a risca. Trabalhar. Sim, este a gente não precisa ficar medindo, vamos pensar o que é tempo de trabalho diário para a maioria da população... 8 horas... Oito longas e árduas horas de muito desgaste e dedicação.
Tá beleza... Assim é barbada!!!
E nossa casa se auto higieniza e nosso corpo então, nem se fala!!!
Não ficamos cansados, nem com preguiça...
Não precisamos nos divertir nem ficar sem fazer nada...
Mas o pior está por vir....
Paramos para pensar se sobra algum tempinho dentro das 24 horas....e sim, para alguns, talvez sobre um pouco... mas é sobra.
O que é viver afinal??? É sobreviver?
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Pecado
No pequeno quarto mal iluminado, em que a cortina deixava passar apenas um feixe de luz dos antigos postes da cidade, de fronte ao espelho, olhou-se serenamente pela última vez, cobrindo com véu negro seus longos cabelos. Fechou a velha porta que denuncia sua idade no ranger firme e sonoro. Desceu determinada a escadaria do convento que séculos atrás estava isolado, prostrado em meio às campinas e florestas e hoje cercado pela cidade de Crizaelis. A jovem seguiu seu destino corriqueiro.
Percebendo a evolução do lugarejo, tanto em suas indústrias, comércio, construção de prédios, mas também em suas zonas de prostituição, uso de drogas e principalmente a violência e banditismo que vem tomando conta do lugar, a Freira resolveu organizar um programa de evangelização das mulheres do presídio local. Três vezes por semana a jovem e séria Freira toma o caminho do presídio feminino que fica cerca de 9 quadras do convento.
As noites de Crizaelis são frias, as ruas de paralelepípedos esfumaçadas e estreitas são dominadas por pequenas salas comerciais que vão se fechando enquanto ela passa pelas ruas no início da noite. Há tempo apenas, de cumprimentar os proprietários que rapidamente fecham suas portas depois de um dia de labor, temerosos a algum assalto noturno.
Enquanto isso, perto dali, em um minúsculo apartamento, calmamente uma mão masculina segura firmemente uma lâmina, enquanto assovia uma pitoresca música, escutasse o suave barulho da água que escorre livre pela torneira da pia no pequeno banheiro. Mais ao fundo temos também as buzinas e motores, risadas maliciosas e barulhos de passos nas calçadas do local mais movimentado da cidade. Ele também se observa no espelho, retirando com a lâmina sua barba escura e lambuzada pela espuma branca. Seus olhos verdes e compenetrados parecem estar elaborando seus planos para essa noite.
Arruma-se sem pressa vestindo seu velho casaco marrom. Cumprimenta a prostituta drogada do apartamento vizinho enquanto fecha a porta que contém cinco fechaduras. Passa pelo escuro corredor do prédio até avistar um clarão cheio de luzes piscantes, fumaças, barulhos e pessoas: É a rua. É o seu destino.
Acende um cigarro e cumprimenta um engraxate antes de atravessar a rua. Ele sai daquele agito e balburdia. Todos ali o conhecem, e ele sabe bem o que pode acontecer ali durante a madrugada. O que ele quer é o imprevisível, é o acaso e a novidade.
Chegando no presídio a Freira se depara com uma rebelião, as mulheres da ala C e D colocaram fogo em seus colchões e estão armadas. Há muitos mortos e feridos, a maioria, policiais que tentaram conter a ação das criminosas. A esperançosa Freira acredita que com sua amizade e afeto estabelecidos durante este tempo de contato com as detentas poderá reverter à situação. Então tenta adentrar nos blocos e dialogar com as líderes da rebelião. Depois de algumas horas a jovem Freira retorna a sala de controle do presídio e diz ter resolvido o problema, descobrindo as exigências que as presidiárias fazem e convencendo-as a cessarem com a rebelião. Ela está diferente, agora tem um olhar firme e seu rosto não parece mais tão angelical, com voz rude ela apresenta ao policial chefe o trato feito com as detentas e exige-lhe que as trate com dignidade apesar dos prejuízos causados no prédio e nas mortes que ocorreram.
Um copo de whisky é colocado no balcão depois de um último gole, o homem pega de seu casaco marrom mais um cigarro e antes de acendê-lo presta atenção na conversa da mesa ao lado, dois rapazes comentam sobre o que acabaram de ver, antes de chegar ao bar, passavam pelo presídio e lá está acontecendo uma rebelião. Enquanto dá sua primeira tragueada, ele fica curioso e resolve conferir o que está acontecendo.
Quando a Freira, exausta e abalada começa a tomar o caminho de saída do prédio, com lágrimas discretas no rosto e segurando em uma de suas mãos seu terço depois de passar este estressante episódio, o presídio é tomado por uma alta música que saí de seus alto falantes e a polícia adentra os galpões da ala C e D e inicia uma verdadeira chacina, com direito a abusos sexuais.
Conforme ela se afasta do local os ecos dos tiros e da música vão esvaindo-se pelo ar e seu sofrimento também. Agora o olhar da jovem volta a ficar áspero, parece que friamente ela perdeu suas crenças. De repente, alguém atira um toco de cigarro em seu hábito. Ela olha assustada para frente e não enxerga nada além de lojas vazias e alguns poucos carros que passam pela rua silenciosa. Subitamente ela é puxada para um beco escuro onde é pressionada contra a parede. O homem a segura pelo pescoço, amassando seu limpel[1] com uma das mãos. Os olhos agressivos e vermelhos do homem fitam o rosto da religiosa que se debate tentando escapar. Ele cospe no rosto dela e enquanto ergue sua batina tocando suas finas pernas pressionando seu corpo contra o dela.
Neste instante, a Freira tem seus olhos esbugalhados e ouve-se um tiro seco que ecoa na silenciosa rua. Entre seus corpos descarnados começa a escorrer o rubro sangue. Os olhos verdes se fecham ao mesmo tempo em que sua mão quente afasta-se do corpo da Freira estendendo-se no chão molhado, frio e sujo do beco.
A mulher pega do bolso do casaco marrom um cigarro, acende-o, retira seu véu e sai do beco tomando rumo ao agito noturno de Crizaelis. quinta-feira, 7 de julho de 2011
Mulheres... essas Vadias!!!
Estes dias eu estava andando nas ruas próximas da minha casa no meio da manhã, era um dia agradável, um sábado que iniciava com um sol radiante. Alguns metros a minha frente um carro parou e dele desceu uma linda garota, no auge de sua beleza, devia ter seus 18... 19 anos. Ela seguia o mesmo caminho que eu, porém ela estava a minha frente. Andou ainda um 500 metros até entrar no prédio onde morava.
Acreditem, em toda minha vida, nunca havia presenciado tanta tortura e humilhação em tão pouco tempo. Pensei: Puxa!!! TUDO isso em apenas 500 metros?!?!?! A garota muito bem maquiada e com um micro vestido vermelho colado em seu corpo esculpido pela juventude sofreu olhares repudiosos, gritos, assovios e chingamentos de homens e até mesmo de mulheres que por ali passaram. Os termos "gostosa", "tesuda", "pirainha" foram alguns que pude escutar devido a distância que eu estava da garota. Não vou nem entrar em detalhes para os olhares das mulheres, que pareciam estar olhando para um monstro.
Ela baixou a cabeça enquanto andava a passos largos em direção sua casa, como se estivesse cometendo um crime.
Constatei: sábado início da manhã, carona até alguns metros do endereço, roupa de festa... tá na cara que ela está namorando e talvez namorando escondido!!! Voltando de uma noite de muitas alegrias e agitos...típicos da idade.
Pensei: Menor do que as mini saias é o cérebro dos homens...que enxergam neste item do guarda-roupa feminino um motivo para tratar mulheres como putas e vadias. Pior quando não apenas as enxergam como putas e vadias e fritam esse pensamento asqueroso em seus cérebros, mas sim, adotam atitudes animalescas estrupando ou até mesmo violentando mulheres tendo como justificativa as roupas ou o comportamento delas.
Estes quadrúpedes existem aos montes, (os verdadeiros animais desta espécie que me desculpe pela a ofensa) e estão sendo acobertados pelas autoridades de universidades, prefeituras e até mesmo de países inteiros.
Exemplos:
Nos anos 60, a civilizada Paris, tão orgulhosa de sua liberdade, foi o cenário de um ataque delirante a uma jovem que passeava pelo mercado Les Halles de minissaia branca. Os grotescos arrancaram as roupas dela, todas as roupas, e só não a estupraram porque a polícia chegou a tempo. E, no seu depoimento, os valentes representantes do machismo francês alegaram que se a mulher saía assim às ruas é porque desejava ser possuída.
O estupro de jovens em campi universitários não constitui novidade, em quase todo o mundo. Nos Estados Unidos, por exemplo, estuprar colegas chega a ser quase uma tradição. Odiosa e revoltante tradição. No Brasil, já ocorreram dezenas de casos em Belo Horizonte, Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e outras cidades.
Aqui, as autoridades universitárias, seguindo o exemplo de um ex-presidente da República, costumam fazer de conta que não viram, não ouviram, não sabem e não têm nada a ver com isso. Nos Estados Unidos, as universidades procuram evitar que os casos se tornem públicos. Mas no Canadá, que vive dando lições de modernidade ao resto do mundo, o assunto é tratado com seriedade.
Diante de uma série de casos de estupro no campus, em janeiro deste ano, a Universidade de Toronto decidiu escancarar o jogo e discutir abertamente com a sociedade uma série de medidas de proteção às moças. Mas lá, como aqui, também existem imbecis, e a Universidade convidou um deles para participar dos debates.
O policial Michael Sanguinetti aproveitou a ocasião para tornar público o seu pensamento a respeito do estupro. Na infeliz opinião dele (que um desses quadrúpedes que eu havia mencionado anteriormente), as moças também são responsáveis pelo estupro que sofrem, quando diminuem o tamanho de suas roupas e aumentam o seu poder de sedução.
- Evitem se vestir como putas, se não desejam ser vítimas de estupros. Vocês são estupradas porque se vestem assim.
Só faltou dizer que o estuprador é a verdadeira vítima. E foi ótimo que esse bobão tenha comparecido e falado.
A exibição de machismo explícito do quadrúpede fardado foi como fogo morro acima: milhares de moças de Toronto organizaram e promoveram uma passeata de protesto, denominada por elas de "Marcha das Vadias", para informar a sociedade sobre os perigos que correm no campus e na cidade.
Com o nome de Marcha das Putas, das Prostitutas ou das Vadias, manifestações semelhantes contra a violência sexual estão ocorrendo em outras regiões do mundo: Estados Unidos, Austrália, Europa e, agora, em Buenos Aires, São Paulo e Distrito Federal
No Rio Grande do Sul o frio de quase seis meses não permite que meninas usem seus micro vestidos e mini saias além de ocasiões especiais, como aquela em que presenciei. A jovem voltando de uma balada com seu pequeno modelito sendo violentada verbalmente nas ruas do centro da cidade.
No Rio Grande do Sul o frio de quase seis meses não permite que meninas usem seus micro vestidos e mini saias além de ocasiões especiais, como aquela em que presenciei. A jovem voltando de uma balada com seu pequeno modelito sendo violentada verbalmente nas ruas do centro da cidade.
E mesmo assim os estrupadores, agressores e grosseiros homens estão ai, atacando as "vadias".
Que a Marcha das Vadias venha para o sul também... aqui temos poucas mini saias, devido ao frio, mas temos muitas mulheres, que sofrem agressão mas que se comportam como se elas fossem as erradas.
Assinar:
Postagens (Atom)



